invade
destrói
rouba e corrói
o meu demente coração,
empurra
afasta
e manipula
aquele que me me socorre.
É por ele, não por mim
é por ele que peço perdão
um perdão de mim
Quem me dera que te fosses
quem me dera que ao cortar-me
me abandonasses para sempre
mas nesse instante tremo e temo.
Tremo pois quando me abandonares
sei que morrerei preso no mal
que me deixares. Sei sim,
sei que o teu mal não tem fim.
*António Sengo.
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